A cada dia, a cada hora, a cada instante dado fragmentado pelo relógio milhares e milhares de células rendem-se umas às outras, substituindo-as por completo.
Ainda assim nessa eterna e improvisada valsa de renovações e renascimentos, a cada nova geração aprende admirar a mirifica visão do seu ser, e ainda assim ainda que a cada mês já não seja você a de outrora, ainda se aprende a gostar um pouco mais de ti, e a despeito de que a tempos ainda por chegarem já não se veja resquício do que fora, tão certo quanto as datas a serem marcadas, haverá de gostar de si.
