Para homenageá-la…

Não se incomoda nada…

Ser solitário, introspectivo sempre foi a tônica do meu ser, mas sempre há uma exceção às regras estabelecidas. Eu que, nas condições normais de pressão e temperatura, não suportaria que me violassem a privacidade e o silêncio, que arrancassem à reveleia  minha paz e silêncio, não me importo nada com doses suas, e quão pouco importa.

Friedrich Nietzsche certa vez disse: Odeio quem me rouba a solidão sem em troca me oferecer verdadeira companhia. E para mim, nenhuma outra companhia é tão verdadeira quanto a sua.  É por ela que as idas mais banais viram risos e memórias caras, é por ela que não me importo com 6,  8 ou 12 horas de viagens confinadas, de madrugadas de caronas, de aulas perdidas.

Por Você, toda curva errada e entrada perdida é caminho certo se for para estar consigo. Rodoviárias, estações, museus, cidades históricas, cinemas e restaurantes, pouco importa, onde. Minha alegria nunca é tão grande senão consigo nunca é tão divertido e natural porque o que se passa ao seu lado é sempre válido.  Você é o único salvo conduto que irrompe  sentido ao exdrulo.

               A você,  por quem esse que lhe escreve não deixou de gostar e desejar por um único dia.

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